quarta-feira, agosto 10, 2005

A busca ondulada, o rompante confiante e algum sabor.
Obrigado, mente.
Mini-construções fazem o eu-dia.
Apreciação sem caos pretencioso.
Linhas desalinhadas para bem.
Assentemos pois sem pressa-disparate.
O suave.
Mãos sem pulso, braços sem ombro.
O respirar como coordenação.
O permitir do amanhã.
Vamos sem ir.
Vejamos sem olhar.
Sem artimanhas, no consoante da concepção.
Até um logo.